Posts by Oribê Educacional

Editamos publicações, revisamos textos, orientamos trabalhos acadêmicos, produzimos material didático e oferecemos consultoria e cursos em Arte e Filosofia.

Chamada para originais

A Oribê é uma editora voltada para publicações nas áreas de artes e humanidades, publicando obras em formatos artesanais e digitais. A partir de 18/01/2021 até 28/05/2021 a editora estará recebendo originais de de todo o Brasil. Caso o original seja aceito, a editora informará o aceite e enviará uma proposta detalhada por e-mail visando uma publicação justa e acessível.

1. Das inscrições

1.1 Estaremos recebendo até 1 original por autor através do e-mail oribeeditorial@gmail.com. Inserir no assunto do e-mail “nome e título do livro”.

1.2 Serão aceitas obras de literatura (contos, poesias, ensaios e antologias), obras acadêmicas (teses, dissertações, monografias, compilado de ensaios e artigos, obras organizadas e individuais), Literatura infanto-juvenil e livros de artistas. 

1.3 É necessário o envio do original completo para avaliação do material.

1.4 O original a ser analisado deve seguir as seguintes formatações, excetuando-se apenas textos acadêmicos:

Fonte: Arial

Tamanho da fonte: 12 pt

Espaçamento entre linhas: 1,5 linhas

Alinhamento: Justificado

1.5 Os originais podem ser enviados de  15/01/2021 até 28/05 de 2021. 

1.6 A previsão para a publicação das obras é do segundo semestre de 2021 e primeiro semestre de 2022. 

2.Da Originalidade

2.1  Ao enviar o material para a Oribê garante-se que o material é  integralmente original, sem plágio de qualquer tipo. 

2.2 A obra não pode ter sido publicada por nenhuma outra editora, mas não existem restrições com relação à publicação do material em blogs pessoais e publicações independentes.

3. Da avaliação

Os originais recebidos serão avaliados pela equipe editorial da Oribê durante o ano de 2021 e a decisão de sua publicação será informada via e-mail.

A Oribê não realizará uma leitura crítica dos textos submetidos, sendo facultativo às/os/es autores encaminharem uma solicitação de orçamento do serviço à parte, segundo a tabela de serviços oferecidos pela editora.  

A Oribê pede o prazo de, no mínimo, dois meses para avaliação do original.  Todos os originais recusados serão apagados de nossos registros.

Chamada para ensaios

A chamada busca reunir ensaios que versem sobre política na atualidade, questões de raça, gênero, sexualidade, corpos dissidentes entre outros.

Os textos serão publicados em nossas redes sociais durante o período de vigência da chamada e irão compor um livro com versão digital e impressa, em formato artesanal, confeccionado pela Oribê. 

Esta é uma chamada de ensaios exclusiva para mulheres cis ou trans/lésbicas/pessoas não-binárias, mas não é um concurso. A Oribê não incentiva a concorrência entre mulheres cis ou trans/lésbicas/pessoas não-binárias.

REGULAMENTO

1. Os ensaios deverão ter até 20 mil caracteres (contando espaços, notas e referências) e devem ser inteiramente inéditos.

2. Os textos devem ser enviados para o e-mail oribeeditorial@gmail.com em formato docx. 

2. A avaliação dos ensaios será realizada pela equipe da Oribê Editorial.

Consciente oculto, por Gabriella Fischetti

Meu nome é Gabriella de Souza Fischetti, 30 anos. Sou de São Paulo – SP, mas moro em João Pessoa há 21 anos. Sou professora de Língua Portuguesa há 11 anos. Leciono em escolas e cursinhos da capital. Tento, com afinco, despertar em alunas e alunos o interesse pela arte (literatura, música, poesia…) e escrita. Além do meu ofício, faço parte do Projeto Liberdade, Igualdade e Sororidade (@projeto.lis) e busco lutar pelas causas sociais.

Sempre tive o prazer de ler e escrever, mas faz dois anos que – realmente – senti a necessidade de libertar os versos presos. Este período de quarentena permitiu que mergulhasse mais profundamente em mim e desatasse esses nós internos. Logo, eu sigo usufruindo da minha liberdade para me (re)construir e transformar minhas cicatrizes e experiências em versos e o grito da incerteza em poesia. Como diz Conceição Evaristo, “Há mundos submersos que só o silêncio da poesia penetra”.

Instagram profissional: @gafischetti

Instagram artístico/pessoal: @poemezando

Partida, por Bárbara Thaysa Farias de Lima

Meu nome é Bárbara Thaysa Farias de Lima, tenho 31 anos de idade, sou pernambucana e moro em Camaragibe, cidade localizada na região metropolitana do Recife. Sou licenciada em Letras/Inglês e pós – graduada em Literatura Brasileira e Interculturalidade, ambos os cursos realizados na Universidade Católica de Pernambuco. Atualmente escrevo textos em prosa e contos e publico alguns nas minhas redes sociais. Para mim, escrever é uma maneira de transformar sentimentos e acontecimentos em arte, com o objetivo de fazer as pessoas enxergarem a si mesmas e passarem a ter maior consciência e responsabilidade sobre suas atitudes.

Segunda-feira é apenas um nome, por Luizza Milczanowski

Luizza Milczanowski nasceu em 23 de janeiro de 1998, no Rio de Janeiro, onde é graduanda em Direito. Leitora voraz, começou a criar histórias antes mesmo de aprender a escrever, encontrando na Literatura sua forma de estar e agir no mundo. Escreve poesia e prosa, colaborando com diferentes revistas literárias como a revista Philos, Intransitiva, Subversa, Inversos, LiteraLivre e Fale com Elas. Em 2020 publica seu primeiro romance, pela Editora Penalux. 

https://www.instagram.com/lmilczanowski/

O voo de Bebel, por Paloma Alcantara

Paloma Alcantara, 33, é pernambucana, mas mora na Paraíba há quatro anos, considerando-se paraibucana! Está na reta final do doutorado em Engenharia Civil e Ambiental pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Fez mestrado na mesma área e graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Sua pesquisa é voltada para a reutilização de resíduos industriais frente ao desenvolvimento de materiais de construção sustentáveis. Feminista, já militou junto ao coletivo da Marcha Mundial das Mulheres de Pernambuco e hoje é integrante do Projeto Liberdade Igualdade Sororidade (@projeto.lis) em João Pessoa-PB. Despertou para a escrita no período de isolamento social, quando encontrou na literatura um abraço e um caminho entre as palavras.