Segunda-feira é apenas um nome, por Luizza Milczanowski

Luizza Milczanowski nasceu em 23 de janeiro de 1998, no Rio de Janeiro, onde é graduanda em Direito. Leitora voraz, começou a criar histórias antes mesmo de aprender a escrever, encontrando na Literatura sua forma de estar e agir no mundo. Escreve poesia e prosa, colaborando com diferentes revistas literárias como a revista Philos, Intransitiva, Subversa, Inversos, LiteraLivre e Fale com Elas. Em 2020 publica seu primeiro romance, pela Editora Penalux. 

https://www.instagram.com/lmilczanowski/

O voo de Bebel, por Paloma Alcantara

Paloma Alcantara, 33, é pernambucana, mas mora na Paraíba há quatro anos, considerando-se paraibucana! Está na reta final do doutorado em Engenharia Civil e Ambiental pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Fez mestrado na mesma área e graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Sua pesquisa é voltada para a reutilização de resíduos industriais frente ao desenvolvimento de materiais de construção sustentáveis. Feminista, já militou junto ao coletivo da Marcha Mundial das Mulheres de Pernambuco e hoje é integrante do Projeto Liberdade Igualdade Sororidade (@projeto.lis) em João Pessoa-PB. Despertou para a escrita no período de isolamento social, quando encontrou na literatura um abraço e um caminho entre as palavras.

#19 melodia destilada, por NiQ Braga

NiQ Braga. Fotógrafa, violinista e poeta de escrivaninha residente no DF, é graduanda em Teoria, Crítica e História da Arte (UnB, 2018). Desde 2016 desenvolve uma pesquisa com fotografia artística digital, usando o cotidiano como matéria poética. Desde 2018 escreve poemas e devaneios. Por estar em um momento de escrita sobre diáspora(s), têm trabalhado com questões sobre os deslocamentos e não-lugares de pessoas negras. Atualmente está na equipe de produção do Projeto de Extensão Ações em Arte nos Tempos da Covid-19, além de seguir com sua fotografia e escrita de poemas. Compartilha as artes no Instagram e os poemas no medium (@niqbraga).

#18 Evaporar-se, por Tauana M.

Tauana M. é mestranda em artes na linha de Educação em Artes Visuais pela UnB, professora de artes da Secretaria de Educação do DF e integrante do coletivo Fissura de pesquisa e divulgação de mulheres nas artes visuais. Poeticamente trabalha como artista multimídia transitando por linguagens diferentes, abrangendo ora o movimento, ora a visualidade e, ocasionalmente, a palavra. 

#17 Coreografia do meu eu em tempos de isolamento social, por Nivia Corrêa de Souza

Nivia Corrêa de Souza é comentarista de qualquer coisa, atleta de karaokê, criada nas águas dos anos 1990. Tem 34 anos e já foi bailarina. Formada em Rádio&TV e Jornalismo, encontra nas palavras lidas a salvação e, nas escritas, um refúgio. Faladeira profissional, acha que ler é um desafio emocional, pois é um ato de luta e contato com o seu individual mais profundo e nem sempre estamos dispostos e preparados para isso. Nas redes sociais, é @nivia_ desde os tempos do fotolog.

#16 Infração de infância, por Geraldo Ramiere

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Geraldo Ramiere é poeta, contista, professor de História e produtor/militante cultural de Planaltina-DF. Tem 39 anos e possui o blog literário  “Céus Subterrâneos” (https://ceussubterraneos.blogspot.com/), onde publica seus textos (também no facebook). Atualmente é membro da Academia de Letras, Artes e Ciências de Planaltina (APLAC) e da Associação Cultural Tribo das Artes.

#15 Exílio em casa, por Ana Luíza Trajano

Ana Luíza Trajano, 25, é pernambucana, mulher lésbica e reside em Olinda com a família. Passou boa parte da infância em um sítio em Aldeia/PE em meio a amplidão do verde e longe das barreiras da cidade. Com mãe poetisa, desde pequena tinha fascínio pelo poder da palavra e as suas possibilidades, o que a levou a escrever desde cedo. Estudou em escola particular católica da infância à adolescência, o que muito mais lhe ensinou sobre bullying, oposição e pela liberdade de lutar por ser quem se é. Já transitou pelo teatro, dança e filosofia. Ingressou em Ciências Biológicas na Universidade Pernambuco em 2017, onde aspira especializar-se na área. Após um hiato de quase 4 anos, movida por pensamentos inquietos e anseio de reinvenção, voltou a escrever na quarentena. 

#14 Beatriz, por J. Vasco

J. Vasco nasceu e cresceu na periferia de São Paulo, em 1990, no bairro da Sapopemba. Estudou teoria e psicologia do cinema didaticamente por muitos anos até se ingressar na literatura, com textos ainda não publicados. Ingressa em 2020 no curso de Tradução na PUC-SP, enquanto trabalha com montagens de exposições e representação de artistas plásticos.